Domingo , 26 de Setembro DE 2010

Informação

Boa noite caros leitores.

Após muita procura e insistência e boa vontade, é com todo o gosto que informo-vos que o Quiosque Virtual tornár-se-á num espaço mais plural e agradável, com a colaboração de um novo membro.

Esse membro é o Carlos, e ele também partilhará aqui as suas opiniões, gostos e ideias.

Este "up-grade" é pensado em vocês que nos acompanham, pois terão diversos pontos de vista neste espaço.

Se quiserem sugerir mais mudanças agradeço que o façam através do espaço dos comentários, estaremos à vossa inteira disposição.

Mais uma vez agradeço-vos por nos acompanharem.

Até breve. :)

publicado por Quiosque Virtual às 21:16

Novo bicho Papão

Boa noite caros leitores, hoje venho opinar sobre um tema simples mas que está a criar uma grande controvérsia, não, não me refiro ao Orçamento de Estado, mas sim à disciplina que começará a ser leccionada este ano lectivo, educação sexual.

Ora bem, mais uma tema para criar controvérsia, antes de esta "lei" sair a maioria dos pais defendiam que os seus filhos deveriam ter um melhor acompanhamento nas escolas acerca do tema, sexo. Eu coloquei lei entre aspas porque julgo que ensino não é uma lei, tudo que nos ensine, não deve ser visto como uma obrigação, e pelos vistos existem pais que podem comunicar aos estabelecimentos de ensino, que não querem que os seus filhos tenham essa aula.

Após ter feito este pequeno reparo voltemos a centrar-nos no tema deste post, a educação sexual na escola.

Eu muito sinceramente não entendo o porquê de tanta controvérsia acerca deste tema, é absolutamente normal, as pessoas falarem hoje de sexo, é algo que estará sempre presente na nossa vida, e quanto melhor informados estivermos, melhor é para nós. Será que esses pais mais conservadores, os que dizem que sexualidade é para ser falada em casa, vão estar tão à vontade com os filhos, como um profissional que está preparado para debater esse assunto, será que esses pais sabem tanto quanto um profissional? Eu julgo que não, mas também não posso falar do que não conheço. O que posso afirmar com bastantes certezas, não com absolutas certezas, mas com muitas, é que as crianças sentem-se muito mais à vontade a falar destes assuntos num ambiente com pessoas com dúvidas idênticas, na mesma faixa etária. Os pais desses jovens de certeza que falavam sobre sexualidade com os seus amigos, não iam recorrer muito aos pais, e quando recorriam os pais não sabiam responder a tudo e se calhar muitos remetiam uma resposta para mais tarde, porque ainda não tinham idade para saberem esses assuntos. Os jovens gostam de falar com jovens, é algo que as pessoas têm que entender, os jovens gostam de partilhar as suas experiências uns com os outros e não com os pais, ou esses pais pensam que os seus filhos, quando praticarem por exemplo um ménage à trois, ou praticarem sexo em lugares públicos, carros etc., vão logo contar aos pais? Eu julgo que não, eu não o faria, e espero que os meus filhos não o façam.

Esses pais devem aproveitar a ajuda que certos profissionais estão dispostos a dar e deixarem os seus filhos viverem a sexualidade sozinhos, quando eles acharem que devem recorrer a vocês, eles vão, agora não lhe imponham barreiras.

Mais uma vez agradeço a quem me acompanha.

Até breve :)

publicado por Quiosque Virtual às 20:36
Terça-feira , 14 de Setembro DE 2010

Repatriados

Boa tarde, caros leitores. Nestes últimos dias o tema que tem estado muito em voga são os repatriamentos que o governo francês está a fazer à comunidade cigana existente naquele país, ao que parece, tudo o que me diziam de o povo francês ser um pouco racista não era totalmente mentira, também serei obrigado a admitir que muitos indivíduos de etnia cigana que vivem em França, estão a viver em situações de extrema pobreza, e estarem em França ou noutro país qualquer, é igual, mas eles têm todo o direito de viver onde bem entenderem, pois o que todos nós esquecemos, é que todos nós não passamos de cidadãos do mundo.

Mas não é só França que o está a fazer, ao que parece, Israel também agora está a expulsar crianças (!!!) não judias, um povo que passou pelo Holocausto, que já sofreu na pele a discriminação, agora esquece tudo e toma medidas desumanas?
Eu não tenho notado muita preocupação pela parte das pessoas, mas isto são assuntos que merecem a nossa atenção e preocupação, qualquer dia andamos todos à "batatada" só porque o individuo do lado tem uma pronúncia diferente da minha, está na altura de deixarmos os petróleos, crises finaceiras, etc de lado, e agirmos, não como portugueses, franceses, israelitas, espanhóis, etc, mas sim agirmos como cidadãos do mundo, temos que preservar a nossa casa e isso faz-se com espirito de entre-ajuda e não com espirito preconceituoso.

Obrigado.

Até breve :)

publicado por Quiosque Virtual às 15:35
Quinta-feira , 09 de Setembro DE 2010

Influência do povo

Boa tarde caros leitores, desde já peço imensa desculpa por me ter ausentado por tão largo período, mas motivos de força maior obrigaram-me a tal.

Ao que parece, o processo Casa Pia, finalmente foi concluído, só um dos arguidos foi absolvido, e todos tiveram penas superiores a 5 anos.

Agora os condenados vão recorrer e lá vai este assunto arrastar-se por uns mais largos anos, as vítimas clamam misericórdia pois querem colocar o assunto para trás das costas e os condenados clamam inocência, menos Carlos Silvino. Eu estou contente por finalmente este processo ter terminado, mas se for a analisar todos os contornos do mesmo, receio que a justiça não tenha sido feita, este processo esteve envolto numa grande pressão feita pelo povo, pois o que o mesmo quer, são cabeças a rolar, teve pressão por algumas das figuras serem bastante mediáticas e por se arrastar tanto.

Eu não sou perito em investigação, mas julgo que realmente existem algumas falhas, como é que os condenados, enquanto arguidos estão indiciados de uma "catrefada" de acusações e depois só são provadas umas dez, é um pouco estranho, como é que explicam que uma pessoa abusada não se lembre do local onde foi abusada, é algo que nunca se esquece, o cérebro humano até pode ter uma fraca capacidade de decorar números de telefone, ruas, caminhos para a terra dos pais, etc., mas nunca esquece algo que nos fez sofrer, pois quando sofremos, sofreremos para sempre, foi uma dor que nos fez chorar, que nos fez pensar na vida com outro sentido, e quem fala de sofrimentos, fala de alegrias, quando algo nos marca mesmo muito, nunca esquecemos, e por isso atrevo-me a afirmar, que um abuso é algo que não conseguimos esquecer, por muito que queiramos está sempre presente, e quando parece que é um assunto esquecido ao falarem em algo idêntico vem-nos logo à memória o que passámos, por conseguinte, faz-me imensa confusão muitas das vitimas não se lembrarem de pequenos pormenores, de cheiros, sinais, marcas, existe aqui algo que está mal contado, como é que alguns dos condenados é que se dão ao trabalho de fazer o que os investigadores deveriam ter feito, parece que afinal os condenados é que eram os investigadores, não se pode aceitar que um julgamento seja feito com base em declarações que parecem bastantes sólidas e coerentes, a minha avó também pensa que o que se passa na novela é verdade, por vezes apanho-a em frente à televisão a barafustar com os actores, já não existe aquela coisa de a minha palavra contra a tua e sem provas não dá? Este julgamento não acho que tenha sido demoroso, mas sim preguiçoso, o que competia à justiça era finalmente dar descanso às vitimas, mas ao condenar as pessoas com base em depoimentos que parecem ser coerentes só faz com que os condenados queiram recorrer, e lá vamos ter nós que estar a pagar tudo isto, a aturar os mesmos depoimentos, as mesmas entrevistas entre outras coisas mais. Eu com isto tudo só quero dizer que o meu maior receio é que os juízes tenham decidido como povo e não como oficiais de justiça, talvez estejam um pouco fartos da expressão, e passo a citá-la, "os grandes safam-se sempre".

Quer se queira, quer não, o povo é quem mais influência tem na nossa sociedade, só que em vez de aproveitarmos isso para fazer algo útil, usamos para dificultar ainda mais as coisas.

Só nos resta esperar pelo desenvolvimento deste preguiçoso caso.

Até lá estarei por aqui a falar sobre mais actualidade, com maior regularidade.

Um muito obrigado.

Até à próxima :)

sinto-me: Intrigado
publicado por Quiosque Virtual às 14:22

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